Sintomas do coronavírus: quais são?

Com o avanço do coronavírus (Covid-19), diversas dúvidas vão surgindo. Entre elas, quais os sintomas clínicos que o vírus causa e quais seriam as diferenças com uma gripe comum. No início da doença, não existem grandes distinções quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo novo coronavírus em comparação com os demais.
Por isso é importante ficar atento às áreas de transmissão local. “Os sintomas são semelhantes aos de um resfriado ou gripe. O que há de diferente entre o coronavírus e uma gripe comum é a transmissibilidade. Enquanto a gripe comum tu pega ela através do ar, a Covid-19 é transmissível através do contato”, relata Silvana Silveira, diretora da Atenção Básica e Programa dos Agentes Comunitários de Saúde de Gramado.
Em geral, os casos suspeitos contemplam febre, tosse, coriza, dor no corpo, dor de garganta e falta de ar. Porém, nem sempre quem estiver com o coronavírus irá ter estes sintomas. “Há pacientes que podem estar com o vírus e serem assintomáticos. Também é importante ressaltar que nem todos podem ter febre”, comenta Silvana.
Outro fator relevante para determinar se a pessoa pode ou não ter adquirido o Covid-19 é se viajou para locais onde o vírus está presente. O período de incubação varia entre dois e 14 dias. Por isso, a Secretaria Municipal da Saúde recomenda que o gramadense que vier do exterior deve permanecer em casa pelo período mínimo de sete dias. O isolamento domiciliar auxilia numa eventual propagação do vírus.
Se durante este período sentir alguns sintomas gripais, a pessoa deve procurar imediatamente um posto de saúde e informar essa condição.

Contextos


Atualmente o Ministério da Saúde trabalha com situações. Veja abaixo.

1) Viajante: pessoa que apresente febre e pelo menos um dos sinais ou sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal). E que tenha histórico de viagem para país com transmissão sustentada ou área com transmissão local nos últimos 14 dias
2) Contato próximo: pessoa que apresente febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal). E que tenha histórico de contato com caso suspeito ou confirmado para Covid-19, nos últimos 14 dias
3) Contato domiciliar: pessoa que manteve contato domiciliar com caso confirmado por Covid-19 nos últimos 14 dias e que apresente febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, escarro, congestão nasal)

Texto: Fernanda Fauth
Foto: EBC Brasil

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